FECHAR

Araraquara.com

O maior e melhor portal de informações e serviços da cidade e região.

Quinta-Feira, 09 de Setembro de 2010

Filhos... Filhos?

Cristiane Gercina

Palavra Cantada para sala de aula!

Quarta, 08 de Setembro de 2010 às 13h58

0 Comentários

Quem conhece o pessoal da Palavra Cantada sabe que o trabalho é de muita qualidade.

E, para 2011, temos uma novidade. Paulo Tatit e Sandra Peres estão lançando uma coleção de cinco CDs/DVDs, com toda a história musical do projeto.

Segundo Sandra, a ideia é mostrar para as crianças como as músicas podem entrar na vida da gente e nos ajudar a aprender.

Em 2011, a música volta a fazer parte do currículo escolar como disciplina obrigatória.

Confira o vídeo

Filhos... Filhos?

Cristiane Gercina

Bebê que faria um ano na segunda morre em acidente; falta da cadeirinha!!!!!!!!!!

Sábado, 04 de Setembro de 2010 às 16h20

0 Comentários

Sem cadeirinha, um bebê que faria um ano na segunda-feira morreu, na madrugada deste sábado, em Araraquara. Segundo informações obtidas pelo blog Filhos...Filhos?, a criança seguia sem cadeirinha, no colo da mãe, e teria sido prensada por ela, quando tentava dar proteção para o bebê. Confira a matéria completa clicando aqui.

Para mim, que sempre fui uma defensora da cadeirinha, é só mais uma prova de que temos que ter segurança com nossos filhos, independente de lei.

Quanto aos altos preços, tenho algo a dizer: os fabricantes se aproveitaram e aumentaram as taxas. Cadeiras que custavam R$ 250, hoje não saem por menos de R$ 600. Temos que protestar contra isso.

Mas mesmo com preço alto, compre a sua. Nada como parcelar em várias vezes um produto que possa garantir a vida de nossos pequenos....

Filhos... Filhos?

Cristiane Gercina

Obrigatoriedade da cadeirinha em carros começa a valer a partir de amanhã!

Terça, 31 de Agosto de 2010 às 12h08

1 Comentário

A cadeirinha para o transporte de crianças no veículo de passeio começa a ser obrigatória amanhã, 1 de setembro, em todo o País.

A regra foi estipulada pela Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito em maio de 2008 e passa a ser fiscalizada a partir de 1º de setembro de 2010.

A ONG CRIANÇA SEGURA fez uma pesquisa para ver quem já respeitava a regra antes.

Para a análise, conduzida pela Ipsos, multinacional francesa de pesquisa, foram entrevistadas 500 mães de filhos entre zero e 14 anos, pertencentes às classes ABCD, entre 25 e 45 anos das cidades de Curitiba/PR, Brasília/DF, Manaus/AM, Recife/PE e São Paulo/SP. A pesquisa foi feita porta a porta de 3 a 23 de março de 2010.

Do total de entrevistadas, 40% transportam seus filhos em automóveis, mas apenas 32% possuem o dispositivo de retenção (bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação).

Do total das famílias que possui o equipamento, 92% possui por questão de segurança, 17% possui por ser de uso obrigatório, 9% possui para proporcionar maior conforto às crianças. Quando perguntadas sobre os trajetos nos quais utilizam o equipamento, mais de uma alternativa poderia ser assinalada: 86% na cidade, sempre; 54% na cidade, em trajetos longos, 53% nas estradas e 45% em cidades a passeio (resposta múltipla).

Das famílias que não possuem a cadeirinha, 67% responderam que a criança não está mais na idade de usar o equipamento, 26% respondeu que a criança é transportada no banco de trás com o cinto de segurança, 7% respondeu que não possui carro e que utiliza o de parentes e 4% respondeu que valor da cadeirinha é muito alto.

A maioria das mães que não possui o equipamento, responderam que transportam seus filhos no banco de trás do veículo 82%. Mas uma quantia significativa transporta a criança no banco da frente 18%. Do número total de mães que não possui o equipamento, 59% possuem filhos com idade para estar na cadeirinha.

Filhos... Filhos?

Cristiane Gercina

Seu filho pode ser a nova estrela de Hipoglós

Segunda, 30 de Agosto de 2010 às 11h58

0 Comentários

A Hipoglós lança a 4ª edição do concurso Bebê Hipoglós. A tradicional marca de pomadas para prevenção de assaduras, da Procter & Gamble, está completando 70 anos no Brasil e pela primeira vez utilizará uma celebridade em uma campanha.

O concurso Bebê Hipoglós 2010 terá como protagonista a atriz Giovanna Antonelli, que estrelará com ganhador do concurso. O pequeno vencedor poderá aparecer em materiais publicitários, como comercial de tevê, materiais de pontos de venda, embalagem do produto, anúncios em revistas, incluindo a edição de novembro da revista Caras. Além disso, levará para a casa um cachê de R$ 10 mil.

Escolha

O Bebê Hipoglós 2010 será escolhido pelos consumidores. Uma comissão julgadora selecionará os dez semifinalistas que irão para votação popular entre os dias 13 de outubro e 8 de novembro. Essa é a primeira vez que o vencedor e as etapas do processo acontecem inteiramente pela Internet. O bebê mais votado será divulgado no site da marca no dia 14 de novembro.

As mamães que quiserem inscrever os filhos deverão fazê-lo no site www.hipoglos.com.br até o dia 7 de outubro. Poderão participar bebês que tiverem até 24 meses completos. O concurso é válido para todo o Brasil e não há taxa de inscrição.

Filhos... Filhos?

Cristiane Gercina

Cientistas encontram hormônio da maternidade nos pais

Quarta, 25 de Agosto de 2010 às 08h42

0 Comentários

Adorei esta notícia. Depois de várias pesquisas, os cientistas identificaram a ocitocina, hormônio da maternidade, que a mulher produz quando está grávida, em pais.

O legal é que o hormônio serve para estreitar laços entre mães e filhos, e agora, entre pais e filhos, e explica o motivo de alguns pais serem tão dedicados.

Outra coisa é o fato de que a ocitocina nos torna mais comunicativos, mais confiantes, mais corajosos, mais amigos e nos dá mais prazer sexual.

A matéria saiu na Folha de S. Paulo desta quarta-feira. Leia abaixo:

Tem pai que é mãe

Um estudo inédito realizado com pais de primeira viagem mostra que a produção de ocitocina , hormônio ligado à maternidade e ao parto, também dispara em homens mais envolvidos com seus bebês

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

Pela primeira vez, um estudo mostrou o papel do hormônio ocitocina na criação de vínculos afetivos entre o pai e o filho recém-nascido.
Essa substância já é conhecida por estimular as contrações uterinas no trabalho de parto, a ejeção do leite na amamentação e a criação de laços entre mãe e bebê.
Mas a nova pesquisa, publicada no periódico "Biological Psychiatry", avaliou o efeitos do hormônio da maternidade em homens que eram pais pela primeira vez.
As conclusões são estimulantes para essa geração de homens que participa mais na criação dos filhos.

SEM DAR DE MAMAR
Os pesquisadores descobriram que, embora a lactação seja um poderoso estímulo à produção de ocitocina, não é preciso dar o peito para que isso ocorra.
Os níveis de hormônio foram medidos nos 160 participantes do estudo (80 casais) seis semanas após o nascimento do bebê e logo após ele completar seis meses.
Constatou-se que a concentração de ocitocina nos homens era igual à das mães de seus filhos. Isso sugere, segundo os pesquisadores, que os mecanismos que regulam os níveis do hormônio também estão ligados ao relacionamento do casal.
Além disso, o estudo mostrou uma forte associação entre os níveis de ocitocina e a capacidade paterna de se relacionar com seu bebê.
Não se sabe se o aumento de hormônio é causa ou efeito do comportamento. Mas foi verificada a relação entre a ocitocina e as atitudes dos pais com as crianças.
Elas são diferentes para pais e mães. Nelas, troca afetuosa de olhares, carinhos e palavras maternais são os comportamentos associados ao aumento da ocitocina.
Nos pais, a alta do hormônio ocorre quando ele estimula o filho -por exemplo, mostrando objetos ou fazendo com que agarre sua mão.
"Isso é lindo. Mostra que a ocitocina é quase um medidor biológico da capacidade de um homem permanecer cuidando de sua família", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.
O endocrinologista Luís Eduardo Calliari, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, conta que alguns estudos em animais já indicavam algo semelhante.
Foram observados dois tipos de ratos: um que cuidava de sua prole, "constituía família", e outro que abandonava a fêmea depois do acasalamento. Os animais fiéis tinham concentrações de ocitocina bem maiores do que as dos ratos canalhas.

CAUSA OU EFEITO?
"Teoricamente, [o hormônio] pode estar relacionado ao envolvimento do pai. Mas,como em outros estudos sobre ocitocina e comportamento humano, esse não é conclusivo. Não dá para saber se o aumento da substância é causa ou efeito do comportamento", diz Calliari.
Vários estudos feitos com o hormônio (leia acima) sugerem que ele age como modulador do comportamento. O aumento da ocitocina deixa a pessoa mais generosa, compreensiva, amorosa.
Calliari pondera: "Isso pode indicar que vale a pena deixar o pai mais perto do recém-nascido, para facilitar a criação de vínculos".

+ Busca Avançada