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Quinta-Feira, 24 de Maio de 2012

Narrar futebol: quanta emoção!!!

Sexta, 11 de Fevereiro de 2011 às 19h45

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Sempre respirei esporte e futebol, admirando muito os grandes locutores de tevê e rádio. E obviamente nunca na minha vida imaginei que teria o grande desafio de narrar um jogo de futebol.

Pois é. Não teve como escapar. Um projeto muito legal, criado pela editoria de Esportes da Tribuna e do Araraquara.com em conjunto com o departamento de vídeo da empresa, acabou me dando essa grande oportunidade.

No primeiro momento, fiquei preocupado, morrendo de medo. Só havia narrado na minha vida alguns jogos de videogame e futebol de botão com meus primos. Pois bem. Procurei me informar, comprei um livro - Manual dos Locutores Esportivos (Carlos Fernando Schinner) - e meti a cara.

Ao lado do Emerson Bellini, do Guilherme Bonini e do Fernando Martins, lá fomos nós para a Arena transmitir Ferroviária x Comercial, ainda um teste, ao vivo, pelo Araraquara.com. Eu narrando e o Bellini nos comentários.

Quando o Guilherme deu o "ok", não tinha mais para onde correr. Foi esfregar as mãos e mandar ver. Toda vez que as palavras não vinham, jogava o microfone nas mãos do Bellini, que mandava muito bem com seu bom humor e calma que sempre nos ajudou muito nos momentos mais difíceis.

E assim foi até o fim. Uma narração descontraída, meio desajeitada, mas que fizemos com muita alegria. Depois, vieram mais dois jogos: contra o Rio Preto e contra o Monte Azul. Problemas técnicos atrapalharam (aos poucos isso será melhorado), mas narramos os três jogos como se tivéssemos ao vivo para o mundo todo.

Acredito que a nossa melhor narração foi a última. Pena que pouca gente viu. Bom, só estou escrevendo isso para tentar descrever um pouco da nossa emoção e destacar o trabalho em grupo do nosso time.

Precisamos melhorar muito, mas muito mesmo, e jamais vamos desistir. E se você teve paciência para ler este texto até o final, fica a lição que nós da editoria de esportes tivemos. Não importa a área ou o local onde você trabalha ou atua. Faça com gosto e encare os desafios de frente como uma grande oportunidade. Esfregue as mãos e meta a cara! Ah, e confie no seu time!

Texto: Felipe Santilho

Foto: Lucas Tannuri

Boa sorte ao holandês gente boa!

Quinta, 01 de Julho de 2010 às 18h28

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Hoje fizemos uma reportagem bem legal. Fomos até a casa do nosso colaborador George Paul. Apaixonado por futebol e pelo futebol da Holanda, este holandês super gente boa nos recebeu muito bem na casa dele.

É sempre legal pautas assim. Quem quiser pode ver o vídeo que fizemos com ele na nossa galeria de vídeos e a reportagem completa na edição da amanhã da Tribuna Impressa.

Deixo aqui meu agradecimento e uma boa sorte para ele no jogaço de amanhã. Valeu muito!!!

Acompanhe a cerimônia de abertura da Copa 2010

Quinta, 10 de Junho de 2010 às 15h21

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18h15: Fim da transmissão do show de abertura da Copa do Mundo de 2010 no Araraquara.com. A cobertura completa você continua acompanhando no portal e na Tribuna Impressa desta sexta-feira, com tudo sobre o ponta-pé inicial do campeonato, com a partida entre África do Sul e México.

Notas: Felipe Turioni e Silvia Pereira.

18h13: Fim do show em Soweto, no Orlando Stadium, na capital da África do Sul.

18h05: Apoteose: todos os artistas juntos no palco cantam última música da festa.

18h00: "Quem a erguerá em 11 de julho?" A resposta começa a ser respondida a partir de amanhã.

17h58: A taça da Copa sobe ao palco.

17h56: Após saída de Shakira, telão exibe vídeo com os grandes campeões das Copas do Mundo.

17h55: "Waka Waka" ("This time for Africa") é o hino oficial da Copa do Mundo de 2010

17h52: Esta é a hora da África! Shakira canta "This time for Africa"

17h46: O cantor Tumi Molekane sobe ao palco para um dueto

17h45: Cantora desacelera com "Hips Don´t Lie", mas continua agitando o público

17h41: Shakira uiva no palco do Orlando Stadium, em Joanesburgo

17h39: Cantora colombiana começa seu rebolado com "She Wolf"

17h39: Apresentação mais esperada da festa, Shakira sobe ao palco.

17h37: O grupo de pop/rock cantou "Push me to the floor"

17h35: Banda sul-africana The Parlotones sobe ao palco

VEJA A GALERIA DE FOTOS

17h30: Após K'nann levantar o público, Big Nuz & DJ Tira estão no palco

17h24: Público balançando suas bandeiras, no ritmo da música.

17h20: O rapper somali K'nann canta a música "Wavin' Flags", um dos hinos da Copa de 2010.

17h15: Jogador brasileiro, Sócrates, de toquinha, sobe ao palco em Joanesburgo

17h09: Alicia Keys canta "Too Late for Mamma" junto com o grupo Black JKS.

17h07: Após cantar 'No one', Alicia Keys chama ao palco a banda de Joannesburgo Black JKS.

17h03: A cantora, que está grávida de seu primeiro filho, canta "Empire State of Mind"

17h01: Alicia Keys canta agora seu sucesso "Fallin", ao piano.

16h58: A cantora americana começa sua apresentação com "You Don't Know My Name"

16h54: O jogador francês, Christian Karembeau, destaque do Real Madrid, apresenta Alicia Keys.

VEJA GALERIA DE FOTOS DA FESTA DE ABERTURA

16h46: Banda do Tuareg, Tinariwen, se apresenta neste momento. A festa de abertura está sendo uma verdadeira viagem pelo mundo.

16h38: Juanes canta "Yerbatero"

16h35: Mc Taboo, do Black Eyed Peas, junta-se a Juanes.

16h31: O cantor colombiano Juanes sobe ao palco e canta "La Camisa Negra". Curiosidade: a Colômbia não garantiu vaga na Copa deste ano

16h30: O cantor Viex Farka Toure, acompanhado de sua banda, se apresenta, com muita guitarra e bateria.

16h28: Por estar com a saúde debilitada, Nelson Mandela, que com 91 anos, não pôde comparecer ao Show de Abertura. Mas o ex-presidente é esperado no jogo de amanhã, entre África do Sul e México.

16h27: Mini-documentário sobre Mandela é apresentado. O ex-presidente lutou pelo contra o Apartheid e passou muitos anos na prisão.

16h22: Mandiba, como Mandela é chamado por Desmond, é homenageado

16h16: "Agora amigos, antes d'eu falar quem estará na final, acho que temos que fazer uMa homeangem ao homem a quem todos nós devemso tudo isso. Ele está em Joanesburgo e, se a gente gritar alto o suficiente, ele vai nos ouvir: NELSON MANDELA!"

16h13: "Vocês são fantásticos. Sejam bem vindos à África do Sul", disse Desmond em francês, alemão e no dialeto africano. "Vocês conseguem sentir a emoção? Sejam bem vindos à terra sagrada da África!"

16h11: Desmond Tutu, prêmio Nobel da Paz em 1994, é ovacionado ao chegar ao Orlando Standium, desejando boas-vindas à Copa de 2010.

16h08: Angélique Kidjo junta-se a Mashlasela

16h05: Vusi Mashlasela está no palco e começa a sua apresentação cantando "Say Africa".

16h: Imagens do lado pobre do continente africano são apresentadas, fazendo um pedido por educação

15h57: Legend mantém a plateia animada com uma música que tem levada pop e traz elementos jazzísticos

15h51: Sozinho no palco, John Legend canta "Green Light" e também cover de "America Everybody"

15h42: John Legend junta-se a Angélique no palco

15h40: Angélique Kidjo sobe ao palco

15h30: Amadou e Mariam se apresentam

15h28: Lira canta "Pata Pata" ao lado de Hugh Masekela

Reprodução/TV Globo

15h25: o conjunto norte-americano Black Eyed Peas se apresenta agora no Orlando Stadium, em Joannesburgo. É a segunda apresentação da cerimônia de abertura, que já contou com artistas locais. Foto: Reprodução/TV Globo

15h21: O presidente da África do Sul discursa e dá boas vindas aos participantes da Copa 2010

Foto: AFP

Tradição não se compra, se conquista!

Sexta, 14 de Maio de 2010 às 15h40

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No meio da semana, assistindo ao Jornal da Globo, tive a grata surpresa ao ver o escudo da gloriosa Associação Ferroviária de Esportes (AFE) estampada em um bar da Vila Magdalena, em uma matéria que falava sobre a convocação do técnico Dunga para a Copa de 2010, na África do Sul.
É a prova que tradição não se compra, se conquista!

Avante Ferroviária!

Clique aqui e confira a matéria da Rede Globo com o escudo da AFE.

As melhores seleções brasileiras de todos os tempos

Quarta, 03 de Fevereiro de 2010 às 15h58

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Livro é de autoria do jornalista Milton Leite

Qual a sua seleção brasileira preferida? Para os jovens, que não viram o começo das nossas conquistas, essa obra da Contexto é uma oportunidade de conhecer a trajetória da primeira Copa até a de 2002. Para os mais velhos, é o prazer de saborear as histórias e os bastidores de cada campanha.

No livro 'As melhores seleções brasileiras de todos os tempos', o narrador e apresentador Milton Leite elege as principais representantes das seleções brasileiras de futebol em Copas do Mundo. Considerando não só as vitórias, mas também a qualidade técnica, o jornalista nos apresenta o retrato de seis equipes marcantes para a história do esporte. O livro começa com o time de 1958 e a equipe bicampeã de 1962. Em seguida, retrata a seleção de 1970, a brilhante e eliminada formação de 1982 e o e tetracampeonato de 1994. Termina com o penta de 2002, equipe campeã depois de um amargo vice em 1998 e uma classificatória conturbada.

"A ideia do livro é reunir histórias e personagens das grandes campanhas nacionais no esporte mais popular do planeta. Mas quando o título começa por "melhor" ou "melhores", é claro que a obra remete a escolhas, comparações", explica o autor, que ouviu e entrevistou diversos craques, técnicos e especialistas no assunto. Uma constelação de gênios do futebol como Djalma Santos, Zagallo, Pelé, Tostão, Carlos Alberto Torres, Zico, Falcão, Júnior, Batista, Carlos Alberto Parreira, Bebeto, Mauro Silva, Cafu, Marcos e Ronaldo, concedeu entrevistas exclusivas ao autor.

Das seis seleções retratadas no livro, duas conseguiram unir o futebol bonito, de alta qualidade técnica, à conquista do título. As equipes de 1958 e de 1970 foram campeãs jogando um futebol irrepreensível - tanto que as duas sempre aparecem nas mais variadas enquetes sobre as principais equipes de todos os tempos. O time que venceu em 1962 era praticamente igual ao de 1958, mas, envelhecido, não teve o mesmo brilhantismo de quatro anos antes, como os próprios integrantes daquele grupo deixam claro no capítulo que trata da conquista no Chile.

No caso das duas últimas conquistas, 1994 e 2002, sofremos de forma igual nas eliminatórias e encontramos realidades distintas durante as Copas. Ambas saíram do Brasil desacreditadas. Uma conseguiu a taça com um futebol pragmático e pouco espetacular e a outra mostrou mais habilidade que o esperado no decorrer da competição. Os méritos delas estão na incrível superação, a união dos grupos dentro de campo e o de somar ao país os cinco títulos mundiais. Feito que nenhum outro país conseguiu até hoje.

No entanto, nem todo grande time consegue vencer, mesmo entrando para a história pela qualidade que apresenta em campo. A seleção de Telê Santana, derrotada na Espanha, tem um capítulo a ela dedicado - o que provavelmente será motivo de polêmica, já que para muitos torcedores e especialistas, time bom é o que vence. "No capítulo da Copa de 1982 entra em ação a minha memória afetiva, e um carinho particular por aquele grupo, que só aumentou durante a execução do trabalho", justifica. Uma equipe que s