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Quinta-Feira, 24 de Maio de 2012

Leis, Normas e Procedimentos: por que são necessários?

Sexta, 01 de Julho de 2011 às 03h00

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"Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensino de tua mãe; Filho meu, não te esqueças da minha instrução, e o teu coração guarde a minha lei; Instrui a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." Provérbios 1:8; 3:1 e 22:6.

Em nossa sociedade, com tantas pessoas diferentes quer seja por gosto, credo, interesse, posição ou por qualquer outra diferença conflitante ou não, se não houvesse leis, normas e procedimentos seria mesmo um caos.

Imaginem os serviços oferecidos por instituições públicas ou particulares sem a mínima ordem. Atendimentos bancários, postos de saúde, hospitais, pontos de ônibus, supermercados, etc.

As leis, normas e procedimentos foram criados para nossa proteção e cuidado. A lei é boa e necessária. Normas e procedimentos garantem-nos proteção e segurança, haja vista a pluralidade de interesses e desejos das pessoas em nossa sociedade.

Observem a educação dos nossos munícipes quanto ao estacionar nas vias públicas. Não há preocupação com o outro, estacionam só pensando em si mesmos. Onde cabem dois automóveis é muito comum ver apenas um ocupando o lugar dos dois.

E se falarmos da sujeira na cidade. Podemos observar pessoas lançando papéis, latas e objetos não-identificados pelas janelas dos automóveis em movimento.

E a obediência às leis de transito? Quantos acidentes e incidentes seriam evitados se cada um de nós fizesse a sua parte, não é mesmo?

Até os pedestres tem praticado barbeiragens por aí, atravessando fora da faixa e não obedecendo à sinalização. O pior é que alguns acham que a lei é só para o outro e não para eles.

O que está acontecendo com nossa sociedade?

Parece que o egoísmo tem tomado conta de nossa população com tamanha força, que fica impossível reverter essa situação se não for por força de lei?
Só punindo, com multas e com prisões, que as coisas acontecem? Recuso-me a acreditar que é apenas desta forma.

Os princípios de cidadania precisam ser discutidos em família. As famílias, células da sociedade, precisam desenvolver princípios comunitários que valorizem a sociedade em que vivem.

Cabe à própria sociedade estimular ações proativas de interesse comum quer seja nas famílias, nas escolas, nas empresas e nos órgãos públicos instruindo e coibindo práticas egoístas.

As organizações conseguem manter a ordem e o controle em suas unidades fabris e administrativas devido aos seus olhares vigilantes.
Viver em comunidade não é nada fácil, pois requer de nós atento e constante cuidado com o outro.

Vamos dizer não ao egoísmo e praticar o altruísmo. Pensando no todo e em todos, com certeza teremos e estaremos no melhor lugar do mundo.

Pois, ao ouvir soar aos nossos ouvidos palavras sábias ditas pelo rei Salomão, descritas no início desse artigo, concluímos que possuí-las e cumpri-las fará a diferença. Faça você a diferença.
Sucesso a todos!

* Cícero C. Nunes é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Psicologia Organizacional, com cursos voltados à aplicabilidade da estatística em sua área de atuação
email: c2n@posicional.com

Saúde para o trabalho

Quinta, 23 de Junho de 2011 às 03h00

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Temos sido informados, seja por revistas, jornais, catálogos, internet e programas de rádio ou televisivos, quanto à preocupação com a saúde humana e seu bem estar. A ciência muito tem descoberto, aprendido e aplicado nesse tema tão importante para que vivamos mais e melhor.

Descobri, recentemente, que temos instruções milenares a respeito do uso de alimentos. Está em Levíticos, 11. Isso mesmo, na Bíblia Sagrada encontramos instruções cabais sobre a manutenção do corpo e consequentemente de nossa saúde. Não é surpreendente?

Toda e qualquer ingestão de alimentos impróprios ao consumo humano é perigoso e pode causar óbito, não é mesmo? Entretanto, ficamos surpresos em saber que mesmo com a ingestão de produtos saudáveis podemos ficar doentes. Cabe aqui lembrar que o uso de drogas como álcool e fumo ou as chamadas ilícitas, prejudicam não só os usuários delas como também sua família e a nossa sociedade. Diga não às drogas em geral.

Alguns imaginam que tudo que vem à boca é bom para alimento. Isso é um verdadeiro engano. Muitos têm morrido antes do tempo por não estarem atentos às informações e descobertas recentes.

É preciso equilíbrio no trato e no consumo de alimentos. O exagero é muito perigoso. O uso de agrotóxicos tem contaminado as verduras, legumes e frutas. Hormônios no trato dos animais para consumo humano têm suas consequências.

Necessitamos de informações e cuidados quanto ao que comemos e bebemos. E elas estão chegando para melhorar nossa qualidade de vida.

DICA: Para termos uma alimentação de qualidade e consequentemente saúde precisamos, a cada refeição, de três tipos de alimentos, a saber:

1. Proteicos;

2. Energéticos; e

3. Reguladores.

Proteicos: Alimentos ricos em proteínas - carnes, feijões, oleaginosas, castanhas etc.
Energéticos: Alimentos Integrais - cereais em geral.

Reguladores: água, frutas e verduras.

O cuidado com a higiene, o preparo, a combinação, a apresentação e a quantidade desses alimentos a cada refeição serão o diferencial para uma boa ou uma má saúde.

Bom! O que tudo isso tem a ver com o trabalho? Com o seu trabalho? Tudo.

A saúde está diretamente ligada à produtividade pessoal e organizacional. Essa preocupação é primeiramente sua e depois dos órgãos constituídos. Ter saúde é hoje primeiramente sinônimo de empregabilidade e depois de lucratividade e desenvolvimento.

Governos e as organizações têm gasto juntos milhões de reais com os sistemas de saúde por todo mundo. Esses recursos valiosos seriam melhores aplicados se tão somente trabalhassem em ensinar, por teoria e prática, hábitos saudáveis de higiene e alimentação.

Portanto, faça a diferença. Procure ter uma vida saudável e seja capaz de proporcioná-la a todos que estão ao seu redor. A qualidade de vida passa por esse aprendizado e prática.
Sucesso a todos!

* Cícero C. Nunes é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Psicologia Organizacional, com cursos voltados à aplicabilidade da estatística em sua área de atuação
email: c2n@posicional.com

Descanso diário e semanal

Quinta, 16 de Junho de 2011 às 03h00

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O mundo moderno, com suas exigências escravagistas, tem-nos roubado esse preciso tempo de descanso. Estamos escravos das rotinas impostas pelas empresas, programas de televisão, internet, etc. Você já parou para observar que o dia de 24 horas é pouco para fazer tudo que nos é apresentado?

Precisamos nos livrar dessas cadeias que nos prendem e descansarmos para garantirmos saúde, paz e felicidade a nós e aos nossos.

Precisamos dormir pelos menos 6 horas por dia nos 7 dias da semana, começando o mais tardar às 22 horas. Observe que aquele filme maravilhoso ou aquele jogo imperdível começa ou ultrapassa esse horário. Cuidado com os abusos.

Os cientistas descobriram que é no sono bem dormido que o nosso organismo entra numa intensa atividade bioquímica reparadora e restauradora, reduzindo os excessos e elevando aquilo que está em carência, sejam nutrientes, toxinas, radicais livres, metais pesados, mucosidades, etc. Há também uma restauração do equilíbrio acidobásico e celular no campo das energias mais sutis, muito além apenas do metabolismo da glicose, das proteínas, dos minerais, das vitaminas e das gorduras.

Isso significa que o momento do sono é exatamente aquele em que o corpo e a mente restauram-se.

Precisamos policiar-nos quanto a esses limites necessários ao nosso bem estar.

Além de contarmos com o descanso diário, é muito importante prestigiarmos o descanso semanal e utilizá-lo para recarregar as energias desprendidas nas atividades costumeiras do dia-a-dia.

É imperativo parar! Parar para refletir nas coisas e pessoas ao nosso redor. Familiares e amigos que muitas vezes são esquecidos por conta da correria produzida em nossas vidas por nossos afazeres.

Não importa a posição que ocupe. Seja ela a de presidente ou a de simples operário. Todos precisam descansar um merecido repouso por todo esforço empregado.

Quando falamos em descanso aqui, não estamos promovendo o ócio, ou seja, o não fazer nada. Mente saudável é mente em contínua atividade.

Ao dedicarmos um dia por semana para um passeio no parque com toda a família, visitar um amigo, levar uma palavra de ânimo a um doente, ser solidário com os órfãos, viúvas e idosos, tenha a certeza, nossas energias se renovarão dando-nos forças para mais uma semana de trabalho.

É curioso saber que o primeiro livro impresso e um verdadeiro best-seller revela-nos algo impressionante sobre a importância desse tema, a saber: "Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera", Gêneses 2: 1-3.

Utilize o descanso semanal para ter a comunhão com Deus, com a natureza, com os familiares e com amigos e terá recarga das energias físicas, mentais e espirituais.

Portanto, não permita que essa preciosa dádiva lhe seja tirada ou cerceada. Descanse diariamente e utilize o descanso semanal para fechar o ciclo semanal com chave de ouro.
Sucesso a todos!

* Cícero C. Nunes é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Psicologia Organizacional, com cursos voltados à aplicabilidade da estatística em sua área de atuação
email: c2n@posicional.com

Comprometimento – Parte III Um resultado que gera resultados

Quinta, 09 de Junho de 2011 às 03h00

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Vimos na semana passada que a interdependência econômica está diretamente relacionada à remuneração e benefícios, e o prestígio social e a identidade do indivíduo relacionados aos valores e às características empresa, conforme disse Senir Fernandez.

Também após a relação estabelecida, dois fatores iniciam sua construção: a confiança e o pertencimento. Podemos chamá-los de processos de valorização da relação. A confiança pode ser entendida como o grau de previsibilidade de comportamento. Se eu conheço ou combino previamente e cumpro, gero confiança. O processo de construção da confiança mútua está diretamente relacionado ao grau de conhecimento e previsibilidade que as partes possuem. Nas empresas, o processo de comunicação e a prática consistente de políticas explícitas e convincentes geram o grau de confiança dos empregados. O pertencimento se dá pelo grau de participação, seja pela informação que transmite o sentimento de inclusão, passando pelo envolvimento nos processos, no fazer coletivo, e finalmente, em alto grau, pelo poder e competência de decisão. Esses dois fatores têm impacto direto nas atitudes das pessoas de valorizar o fato de fazer parte e de buscar que essa relação dê certo.

Que atitudes demonstram essa valorização? As atitudes de colaboração, de alinhamento com os objetivos coletivos, de busca da melhoria dos resultados (da equipe, da área, da empresa). São essas atitudes que influenciam a qualidade que se traduz em evitar erros, buscar soluções e minimizar os problemas existentes. A medida que torna tangíveis esses comportamentos é a quantidade de erros decorrentes de negligência, de falta de colaboração e de falta de assumir responsabilidades sobre os resultados. É uma medida que é positiva quando a ocorrência é zero. Qualquer quantidade de ocorrência é um sinal negativo. O grau menos desejado e mais grave, e que ocorre quando a insatisfação é muito alta nos fatores de confiança e pertencimento, é a fraude e a sabotagem. Ou seja, mais do que a atitude passiva de isentar-se de responsabilidade, deixando passar a oportunidade de corrigir, de desculpar-se repassando e declarando que não lhe pertence é a atitude ativa de fazer com que o erro ou o problema ocorra.

Não há dúvida que existe uma influência dos resultados de negócio na satisfação, assim como a melhoria da satisfação influencia os resultados. Alguns resultados do negócio ocorrem por condições favoráveis e ações estratégicas voltadas para o mercado, imagem ou aspectos tecnológicos; outros são consequência direta da atuação dos recursos humanos da empresa. Fazer a gestão da satisfação e comprometimento dos profissionais e obter bons ou excelentes resultados, significa maior possibilidade de melhores resultados do negócio. Resultados de comprometimento geram resultados de negócio.
Bom, fica aqui a dica: conquiste e seja conquistado. Comprometa-se com o que esteja fazendo, evite retrabalhos, busque resultados de qualidade e esteja pronto para alcançar posições cada vez maiores.

Pois, afinal de contas "Comprometimento é o resultado que traz RESULTADOS".

Sucesso a todos!

* Cícero C. Nunes é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Psicologia Organizacional, com cursos voltados à aplicabilidade da estatística em sua área de atuação
email: c2n@posicional.com

Comprometimento – Parte 2

Quinta, 02 de Junho de 2011 às 03h00

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Um resultado que gera RESULTADOS

Como vimos na semana passada, comprometimento é o grau de vínculo emocional que existe nos relacionamentos. E, sem dúvida, no comprometimento, as emoções estão comumente envolvidas significativamente. Mas é mais do que isso. Comprometimento é resultante de vários fatores. A discriminação desses fatores e as consequências, conforme os graus de percepção positiva, é que dão o conhecimento do grau de comprometimento, diz Senir Fernandez.

Então vamos começar pelo fim, os impactos ou indicadores de comprometimento:
Os relacionamentos são estabelecidos para produzir alguma coisa. Mesmo que seja a produção do prazer durante o relacionamento. Produzem-se bens econômicos, bens sociais, tecnologias, imagem, conhecimentos, valores, prazeres...

Produzir é o objetivo do estabelecimento de uma relação. A medida primeira, indicadora de que as relações são eficazes, é a produtividade. A finalidade da relação de produzir ocorre satisfatoriamente, conforme as expectativas.

Um resultado que gera RESULTADOS Os fatores primariamente relacionados com a produtividade nas relações são o grau de prazer e de crescimento envolvidos. Significa dizer que colocar as pessoas no que, no como e com quem elas gostam de produzir já possibilita a previsão de bom grau de produtividade. Essa produtividade é alavancada pelo vislumbre ou pelo efetivo crescimento que as relações proporcionam. A coincidência entre o que se quer produzir (assim como o processo de produzir) e a situação, parceria ou o que é demandado é garantia de um bom nível de produtividade. Esse nível de produtividade pode ser incrementado pelo crescimento previsto ou ocorrido.

Surge imediatamente ao estabelecimento da relação, uma projeção de tempo de duração da relação. Quanto tempo durará? Meia hora? Um dia? Até produzir uma vez o que era o propósito da relação? Até criar um padrão ou tornar-se habitual? Nas relações de emprego ou de trabalho contratado seria o mesmo que perguntar se o profissional permanecerá na empresa por algum tempo, se estará relacionado há um tempo predeterminado, ou ao desejo de realizar sua carreira na empresa num tempo indeterminado. A rotatividade de profissionais e o absenteísmo são medidas relacionadas à permanência na relação. Os fatores predominantes que causam impacto direto na decisão de ficar e manter-se na relação são dois:

1 - a interdependência econômica, que na relação de emprego está diretamente relacionada à remuneração e benefícios;

2 - o prestígio social e a identidade do indivíduo com os valores e características do grupo social (empresa).

Exemplos claros desses comportamentos de permanência ou rompimento podem ser observados quando a remuneração é inferior a uma referência de mercado ou quando a imagem da empresa fica desvalorizada socialmente. Internamente, quando a área ou equipe perde prestígio, há uma dificuldade maior de manter os profissionais nela.
Semana que vem continua...

Sucesso a todos!

* Cícero C. Nunes é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Psicologia Organizacional, com cursos voltados à aplicabilidade da estatística em sua área de atuação

email: c2n@posicional.com

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